Problema com expressão algébrica utilizado no lugar de X, Y e Z objetos ilustrativos

Resolução: 1ª linha: 3x =15/3= 5 logo cada chave vale 5
2ª linha: 1x +2x= 25 (1x=25-5=20/2x = 10 logo cada roda vele 10
3ª linha: 10 – 2x =8 (2x = 8-10 = /2 = 1 cada porca vale 1
4ª linha: invertemos a equação para obedecer as regras das expressões numéricas:
10 x5+1 = 51 Portanto o valor da última linha é 51 Parabéns aqueles que acertaram.

Problemas matemáticos exige atenção e em regra nem sempre seguir essa que: a ordem dos fatores não altera o produto. Nesses problemas altera sim…deve seguir a regra (MDSS) onde primeiro resolvermos a Multiplicação segundo a Divisão, terceiro a Soma e quarto a Subtração, conhecido como elemento das expressões numéricas. Continuar lendo Problema com expressão algébrica utilizado no lugar de X, Y e Z objetos ilustrativos

O caminho para ser professor universitário

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Leia este artigo até o final se você quer ser professor universitário.

Por José Antônio Rosa

Em minhas atividades de professor, consultor, palestrante, autor, sempre tive oportunidade de orientar pessoas em transição de carreira – às vezes com maior formalidade, às vezes de modo mais informal. Em uma sessão formal de consultoria de carreira, estava interagindo com um ex-executivo de mais ou menos 50 anos que não desejava voltar mais ao mundo corporativo e buscava alternativas. Vi que ele tinha excelente experiência e um bom currículo, que incluía até mesmo um curso de média duração em Harvard. Além disso, tinha excelente fluência verbal e uma ótima cultura geral. Veio-me a ideia óbvia a sugerir-lhe:

          –        Você poderia dar umas aulas, em pós-graduação.

          –       Já pensei nisso, mas, o problema é que professor ganha mal.

A resposta dele foi típica da pessoa que pensa que sabe e não sabe – o que, de acordo com Sócrates, é o pior tipo de ignorância. Revolvi provocar meu assessorado, com afeto, evidentemente. Disse:

          –        Professor ganha mal? É mesmo? Que chato. Quanto ganha?!

          –      Quanto?! Bem, não sei. Mas…

Então, eu lhe disse que eu, sim, sabia quanto ganha um professor de pós, por dar aulas de pós e por acompanhar a área. Sugeri-lhe que não fechasse a mente em decorrência da própria ignorância. Para explorar bem as alternativas, é fundamental questionar os próprios “conhecimentos”, pesquisar, buscar a informação adequada em vez de fiar-se em “achologia”. A partir disso dei-lhe uma visão sobre o potencial da carreira de professor de pós. Ele ainda derrapou mais uma vez, dizendo:

          –       Isso é legal, mas, precisa ter mestrado.

          –     É mesmo? Perguntei ironicamente. Está na lei ou é apenas a opinião de uma pessoa sábia e bem informada? completei sorrindo.

Não. Não é necessário ter mestrado. Um grande número de professores de pós não tem. Se tiver é melhor, mas, não é essencial. Em algumas instituições, mais elitizadas, é uma necessidade, pois, se você não tiver mestrado ou doutorado sua competitividade como professor será baixíssima. Mas, em outras – possivelmente a maioria –  a barreira não é sólida e a experiência profissional poderá contar mais.

Ao longo de minha carreira convivi com muita gente que se mostrava interessada em dar aulas no ensino superior e não tomava nenhuma providência com o propósito de realizar essa meta. Notei que boa parte disso é porque as pessoas tinham ideias erradas sobre os requisitos para atuação na área ou porque não sabiam os caminhos para iniciação, onde buscar ajuda, etc.

Este manual trará a orientação inicial necessária e indicará caminhos para busca de mais informação relevante.

Uma visão geral da profissão

Ensino superior

O professor universitário dá aulas no ensino superior. O que é ensino superior? De acordo com a Lei 9.394, de 20/12/96, Lei das Diretrizes e Bases (LDB) e legislação complementar,  é aquele realizado nas IES – Instituições de Ensino Superior: Universidades,  Centros Universitários, Faculdades, Institutos Federais, e conferem graus de bacharelado, licenciatura ou tecnologia, e pós-graduação:

–        Bacharelado – Título conferido a diplomado em curso genérico que dá competências em determinado campo do saber ou exercício profissional.
–        Licenciatura – Título confere competência específica para atuação como professor na educação básica, em determinada área – Letras, Matemática, etc.
–       Tecnologia – Título de tecnólogo, que atuará em profissionais que demandam formação especializada, científica e tecnológica.
–       Pós-graduação stricto sensu – Mestrado e doutorado acadêmico ou profissional.
–        Especialização ou pós-graduação lato sensu – Certificados de conclusão de cursos com carga horária mínima e outros requisitos legais, conferidos a profissionais graduados.

O mundo do ensino superior no Brasil inclui milhões de alunos, dezenas de milhares de cursos, milhares de instituições, sistemas de ensino agigantados que se classificam entre os maiores do mundo, centenas de milhares de professores, receita anual de bilhões de reais, parte considerável do PIB. Para se ter uma ideia dessa dimensão, basta ir a alguns dos sites indicados adiante.

As instituições atuantes na área têm um caráter duplo. Primeiro, são organizações voltadas para o ensino, à formação das próximas gerações e, por isso, têm enorme relevância social e são depositárias de elevadas expectativas da sociedade quanto à sua missão e valores éticos. Segundo, são empresas ou organizações governamentais que têm de dar resultados econômicos, seja o lucro, seja o benefício esperado do investimento público. Nas últimas décadas, vem passando por transformação acentuada para adequar-se aos novos tempos que requerem excelência em serviços e competitividade. O mercado vem-se consolidando, formando-se os seguintes grandes grupos estratégicos:

          –          Grandes sistemas de ensino superior – Administrados dentro de estritos padrões de competitividade empresarial, têm foco em grandes mercados, buscam sistemas organizacionais e tecnologia para dar o máximo de qualidade em função dos preços que conseguem praticar. Para tornarem-se atraentes procuram propiciar formação capaz de resultar em inserção dos formados no mercado o mais rápido possível, e promoção profissional que resulte em melhoria dos ganhos. Como exemplos mencionam-se a Unip, o Sistema Anhanguera.

–          Sistemas confessionais – São as organizações de origem religiosa, que têm variados graus de adesão em relação às suas propostas iniciais, e adquiriram igualmente variados graus de autonomia e auto-sustentação. As PUCs são exemplos típico.

–          Universidades regionais – São aquelas instituições consolidadas pela tradição e pelos vínculos de suporte locais, que lograram oferecer um serviço de valor em âmbito regional e conquistar demanda sólida. Apesar de não ter porte para competir com os grandes grupos mantêm-se sólidas em seus nichos. Há ainda muitos grupos de ensino superior regionais espelhados pelo país.

–          Centros de excelência – São aquelas organizações privadas com ou sem fins lucrativos lograram atingir a excelência em determinadas áreas e então conseguem atrair alunos de alta qualificação, cobram preços elevados e oferecem um nível de qualidade dos mais altos. É o caso da FGV, do Insper, entre outras. Pelo diferenciado nível de qualificação e solidez de suas marcas sustentam-se sem problemas.

–          Pequenas – São faculdades ou mesmo universidades “pequenas” em relação aos grandes grupos, algumas ainda geridas por organizações familiares, que conseguem sobreviver por uma ou outra razão específica, como forte presença em um nicho, graças a vínculos de seus quadros, alta especialização técnica, ausência de concorrência no âmbito regional, etc. Possivelmente o número dessas reduziu-se significativamente com a consolidação do mercado.

O professor universitário

O Brasil deve ter hoje algo em torno de 400 mil professores universitários. O número correto atual e a distribuição por região, qualificação, tipo de contrato, tipo de instituição, regime de trabalho, etc., pode ser obtido facilmente pela internet. No site da ABMES – Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior há dados recentes. Como os números mudam rapidamente e como são fáceis de obter, preferi não publicá-los aqui e entrar nos aspectos da profissão que mais interessam.

O universo dos professores universitários inclui:

a)    Professores com dedicação exclusiva em universidades privadas – Usualmente estão vinculados a programas de mestrados e doutorados que têm exigências especiais, inclusive legais.

b)   Professores com dedicação integral (e exclusiva) em universidades públicas, usualmente concursados.

c)    Professores com carga de trabalho parcial mas regular – regime CLT ou público – em universidades privadas ou públicas.

d)    Professores com carga de trabalho esporádica e programação irregular em universidades públicas ou privadas, atuando como autônomos ou até mesmo como pessoas jurídicas.

Os integrantes dos grupos C e D poderão ou não ter o ensino como ocupação única ou principal. Quando se dedicam exclusivamente ou principalmente ao ensino atuam simultaneamente em diferentes faculdades. Quando não têm o ensino como ocupação principal ou exclusiva atuam profissionalmente nas mais diversas áreas como advocacia, administração, contabilidade, psicologia, engenharia, etc.

Os professores igualmente poderão atuar exclusivamente em graduação, em pós-graduação ou em ambas as modalidades.

Há outras ocupações de professores de ensino superior. Hoje alguns atuam na criação de conteúdo para EAD – Ensino a Distância, que vem crescendo bastante. Outros trabalham em pesquisa, coordenação, orientação de estudantes de graduação ou pós, entre outras possibilidades.

Como se vê, há um amplo leque de possibilidades. Meu caso específico é um exemplo. Minhas ocupações incluem:

          –          Aulas de pós em diferentes instituições, com diferentes disciplinas, sempre como convidado e sem agenda anual fixa.

–          Elaboração de conteúdo para cursos de graduação e pós-graduação – textos, vídeos, etc.

–          Treinamento empresarial – cursos e palestras.

–          Consultoria

–          Acompanhamento de elaboração de monografias por alunos de pós

–          Publicação de livros e manuais

Há flexibilidade significativa nas atividades. Por exemplo, às vezes a demanda para treinamento cresce e passo a atuar mais na área; em outros períodos, ocorre o contrário: há contração na demanda das empresas e de organizações de treinamento e a ocupação com aulas de pós passa a tomar maior porcentagem do tempo de trabalho. Em períodos em que a demanda de atividades externas em geral decresce, passo a ocupar-me mais com textos, como este que você está lendo, e com orientação de monografias. Atuando assim desde 1986 nunca fiquei sem trabalhar (meu interesse é fazer umas 200 horas/mês).

O que a docência em ensino superior oferece

O ensino superior oferece um leque de oportunidades a pessoas interessadas. Muitas beneficiam-se dessas, de modo refletido e planejado, obtendo ganhos significativos para suas carreiras.

Vejamos as principais razões pelas quais as pessoas buscam atuar no ensino superior:

–          Remuneração – A remuneração é boa ou não? É boa para quem acha boa, evidentemente. Isso é subjetivo. Do ponto de vista comparativo, pode-se dizer que provavelmente os professores – em igualdade de carga de trabalho, tempo de carreira e outras variáveis similares – estão acima da média de outras ocupações intelectuais. Uma pesquisa rapidíssima pela internet esclarece quanto aos níveis de ganho.
–          Flexibilidade – A profissão oferece um potencial grande para acomodação a outros interesses, com ajustes de horários, volume de trabalho, etc. Muitos a buscam porque querem ter uma carga de trabalho limitada ou trabalhar apenas em um período ou em alguns dias da semana, etc.
–          Emprego – A profissão oferece emprego. A ocupação na área vem crescendo na proporção do crescimento do setor. Muitas vezes em períodos em que a economia, como todo, está minguando e cortando empregos, na área de ensino superior estão surgindo novas vagas.
–          Âmbito nacional – Emprego para professores universitários encontram-se em todas as regiões. Gente que deseja mudar-se para o interior, para ter uma vida menos agitada que aquela dos grandes centros, gente que almeja viver em regiões praianas, gente que almeja morar em uma cidade específica vê na docência uma oportunidade de ocupação.
–          Tempo parcial – Como o ensino oferece oportunidade de trabalho em tempo parcial, muitos a buscam como atividade complementar, para renda, ocupação ou desenvolvimento profissional.
–          Imagem e conexões – Muita gente importante dá aulas por uma razão simples: reputação e ligações relevantes. As universidades atrai gente que em outras atividades já tem níveis de ganho muito elevados, porque essas pessoas usarão seus postos (sem que haja aqui nenhum tipo de desvio ético) como alavanca para outras conquistas. Grades projetos de pesquisa e consultoria são delegados a universidades – e a participação nesses traz, além de ganhos, excelentes conexões. Assim, dar aulas faz parte de um projeto de carreira.

          –          Gratificação pessoal e profissional – Muita gente se mantém no ensino porque aí encontra muita gratificação pessoal e profissional. Entre outras razões, porque o trabalho faz sentido, há uma interação intensa com diferentes grupos e faixas etárias, há dinamismo, há expressão, resposta dos beneficiários, etc.

Condições para ingresso

Quem pode habilitar-se a dar aulas em faculdade? A pessoa que tem: a) conhecimento suficiente; b) credenciais – formação superior e saber prático ou pós-graduação (se tiver mestrado e doutorado, muito melhor); c) habilidade didática suficiente. Vamos explorar mais essas questões.

Conhecimento suficiente

Não precisa ser um conhecimento elevado, como muitos imaginam. O profissional já praticante de determinada área – um médico, um advogado, um administrador, um contador – em geral já está muitos anos à frente dos alunos a quem lecionará. Logo, já tem muito a dizer em termos práticos e vivenciais, exatamente o que os alunos mais querem. Com base em excelentes livros textos e materiais hoje existentes e com o conhecimento relativo à graduação na área o profissional já pode sem medo entrar em sala de aula.

Considere que:

O professor universitário não é obrigado a saber tudo – hoje ninguém mais sabe tudo.

–          O conhecimento equivalente ao conteúdo dos livros textos já será suficiente. Livro texto é aquele que reúne o conhecimento fundamental de dada disciplina e presta-se a finalidades didáticas ou técnicas. Há livros textos excelentes em todas as áreas do conhecimento. Se você tiver dúvida quando à sua qualificação tome um livro texto atual de sua área e leia. A compreensão é tranquila? Então, provavelmente você está preparado no que diz respeito a conhecimento – e pode complementar com experiência (esta deve ser seu maior foco nas aulas).
–          Os alunos, principalmente os mais interessados, têm hoje tem acesso ao conhecimento e podem estudar autonomamente. Então, o papel do professor não é mais o de trazer o conhecimento aos alunos, mas sim o de motivá-los para o estudo, inseri-los na aula (pode ser vista como experiência de aprendizado em grupo), criar dinâmicas para reflexão e aplicação do conhecimento, apresentar visões mais experientes e bem informadas (do professor, porque ele já está à frente dos alunos, lembre-se).
–          Na avaliação dos alunos, professor de maior conhecimento não é necessariamente o melhor. Eles percebem que há professores que não são gênios mas efetivamente os ajudam, põem-se a serviço da classe e trazem coisas boas, ouvem, respeitam os alunos, estão comprometidos com eles, etc. O aluno não precisa concordar um professor em todas as opiniões desse; o aluno não condena o professor necessariamente por eventual erro conceitual (pode até discordar e o professor maduro buscará rever seus conceitos). Enfim, o importante é o diálogo de valor.

          –          Usualmente não se espera que o professor vá além do livro texto em termos de conteúdo a transmitir. Ali se encontrará volume suficiente de informação. A questão é discutir bem as coisas e ajudar na assimilação. Posso estar enganado, mas presumo que o professor que sabe muito mais que os alunos na maioria das vezes (não necessariamente) é menos adequado, porque tenderá a jogar as reflexões a um nível que se torna irreal para os alunos. Muitas vezes registra-se uma piora de desempenho quando o professor termina o mestrado ou doutorado e está muito entusiasmado. Torna-se, frequentemente, um chato, mas com o tempo essa “qualidade” deixa de existir. Lógico que o professor superqualificado e sábio conseguirá, mesmo tendo cultura vasta, falar a linguagem do aluno e dos seus interesses.

Credenciais

Para dar aula para crianças e adolescentes é necessário ter licenciatura, o que inclui a pedagogia (como o nome diz, é ensinar a crianças). No ensino superior isso não é um requisito. Há três tipos de professores de ensino superior: doutores, mestres e especialistas, que são profissionais que têm graduação e pós-graduação ou graduação e experiência prática.

O ideal – e todo o sistema de ensino trabalha para isso – é que todos os professores tivessem, além de saber prático, no mínimo o mestrado. Ideal é não mundo real. No futuro certamente essa condição se realizará e esse futuro, provavelmente, virá logo porque o mundo moderno é muito dinâmico.

Hoje uma boa porcentagem dos profissionais – inclusive entre aqueles que lecionam na pós-gaduação – não tem titulação de mestre ou doutor. Do ponto de vista da LDB – Lei das Diretrizes e Bases, as universidades precisam ter 1/3 de doutores e mestres em seus quadros, no mínimo.

Tudo é uma questão de oportunidade, momento, condição. Exemplos: a) em programas de mestrado e doutorado possivelmente quase cem por cento dos professores têm titulação. Há poucos profissionais com “notório saber” nessas áreas; b) em programas de pós-graduação que têm uma proposta acadêmica e elitizada há maior proporção de mestres e doutores, comparativamente a programas que visão a formação profissional; c) em universidades menos elitizadas, a proporção de especialistas é maior; d) para ocupação em tempo integral e exclusiva buscam-se preferencialmente mestres e doutores; e) para atuação em tempo parcial e regime não exclusivo, admitem-se especialistas com mais facilidade; e) profissionais com conhecimento prático, ainda que sem titulação, poderão ser desejáveis em muitos cursos, a depender do perfil do aluno.

Habilidade didática suficiente

Conhece aquele velho método (da piada) de treinar nadadores para as Olimpíadas? Jogue a pessoa na água e solte o tubarão! Assim é com a didática: aprende-se fazendo. Um dos fatores mais importante para um aprendizado rápido é ter atitudes adequadas: a) não querer impressionar ou brilhar, mas, sim, colaborar, ajudar; b) autoconfiança – advinda de uma preparação adequada; c) não ver os alunos como avaliadores que estão ali para julgar e condenar; d) disposição para construir a aula junto com o aluno.

A pessoa usualmente está preparada, do ponto de vista da habilidade, se…

–          Verbaliza com eficiência, nas questões do dia a dia, consegue explicar seus pontos de vista, transmitir informações;

          –          Consegue lidar com os outros de maneira cooperativa no dia a dia. Isto é, gente que não anda se indispondo com outros todo o tempo. Na minha visão, gente que tem “problema de relacionamento”, que anda arranjando encrenca onde quer que vá, acaba criando problema em sala de aula também. Se você é hostil, tem visão muito negativa dos outros, cria problemas, então, pense duas vezes antes de entrar em sala de aula. É melhor lidar com esse comportamento hostil primeiro.

Por fim, é importante saber que habilidade didática é questão de técnica. Com as ferramentas certas (exercícios, jogos, recursos visuais) e o roteiro certo, qualquer pessoa que tenha as qualidades acima acertará. Veremos a técnica adiante.

Alternativas de carreira

As alternativas de carreira na área de ensino superior variam, conforme o interesse e condições:

–          Quanto ao tempo de dedicação – Muitos iniciam como ocupação de tempo parcial. A partir daí, quem tem interesse, poderá amplia progressivamente a carga horária até que atinja o temo integral. Quem não tem interesse, ocupa apenas o tempo que faz sentido do ponto de vista da carreira.

          –          Quanto à exclusividade da ocupação – Há pessoas que almejam ficar exclusivamente na docência, em tempo integral ou não, enquanto outras querem manter outras profissões paralelamente.

Há também que se considerar o momento da pessoa no ciclo de vida profissional. Quanto a esse aspecto, muitos veem a atividade docente como ocupação de fechamento da carreira, o que é sensato, porque a profissão usualmente oferece menos barreira ao pessoal mais velho.

Pergunta final deste capítulo: Vale a pena ser professor? Certamente, se você deseja, se se prepara para colher o melhor da profissão, se faz uma boa estratégia de carreira. Depende de você.

Links relevantes

A quantidade de recursos de apoio – gratuitos e excelentes – hoje é gigantesca. O problema é separar o que presta do que não presta. Ao final de cada capítulo vou indicar alguns sites de valor, aos poucos, para não afogar o leitor em informação. O ideal é dar uma olhadinha em cada um e registrar nos favoritos.

Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior

http://www.abmes.org.br/abmes/

Lei das Diretrizes e Bases

http://www.cpt.com.br/ldb/lei-de-diretrizes-e-bases-da-educacao-completa-interativa-e-atualizada

Informação geral sobre educação superior, incluindo emprego para professores

http://www.universia.com.br

Grandes sistema de ensino universitário

Kroton/Anhanguera – http://www.anhanguera.com/ri/

Unip – http://www3.unip.br/default.asp