Aliado de Bolsonaro, Crivella adota isolamento, mas é poupado de ataques

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella - Saulo Angelo/Futura Press/Estadão Conteúdo

Aliado de Bolsonaro, Crivella adota isolamento, mas é poupado de ataques

Desde o início da pandemia do coronavírus, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), tem se equilibrado para manter as medidas administrativas que visam o isolamento social na capital, sem se indispor com Jair Bolsonaro (sem partido) —mesmo adotando as restrições, o prefeito não virou alvo do presidente da República. Em meio a acenos ao clã Bolsonaro, Crivella sonha com o apoio expresso do presidente nas próximas eleições, quando tentará a reeleição para o cargo pelo mesmo partido que abrigou o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro (ambos do Republicanos-RJ). Enquanto isso, o nome de Rogéria Bolsonaro, ex-mulher do presidente, não está desca.

UOL Vê TV: Globo eleva o tom contra o presidente Bolsonaro

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UOL Vê TV: Globo eleva o tom contra o presidente Bolsonaro

Com o crescimento de casos da pandemia do novo coronavírus e o noticiário político em evidência com ações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o jornalismo da TV Globo se notabiliza por um tom mais crítico em relação ao governo e atos como os protestos contrários ao STF, com aglomeração de pessoas em frente ao Palácio do Planalto, como no último domingo, enquanto outras emissoras seguem por um caminho diferente, evitando qualquer conflito. No podcast UOL Vê TV #26, Chico Barney, Débora Miranda, Flávio Ricco e Mauricio Stycer analisam a linha adotada pelo jornalismo da emissora carioca no aspecto político e também na parte didática em assuntos relacionados à covid-19, com

Ato antidemocrático com Bolsonaro teve ajuda de assessores e ex-auxiliares de políticos

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Ato antidemocrático com Bolsonaro teve ajuda de assessores e ex-auxiliares de políticos

Manifestação em Brasília também contou com mobilização de grupos religiosos e pró-intervenção militar

Leia mais em:https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/05/ato-antidemocratico-com-bolsonaro-teve-ajuda-de-assessores-e-ex-auxiliares-de-politicos.shtml

Celso de Mello dá 72 h para Planalto entregar registros de reunião com Moro e Bolsonaro

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Celso de Mello dá 72 h para Planalto entregar registros de reunião com Moro e Bolsonaro

Em despacho assinado às 22h30 da noite desta terça-feira (5), o ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, ordenou ao Planalto que entregue em 72 horas os “registros audiovisuais” de reunião realizada em 22 de abril entre Jair Bolsonaro, ministros e presidentes de bancos estatais. O encontro foi mencionado por Sergio Moro em depoimento no inquérito que apura a acusação de que Bolsonaro tramou uma intervenção política na PF. Segundo Moro, o presidente cobrou durante a reunião a substituição do superintendente da PF no Rio de Janeiro. Do contrário, trocaria o diretor-geral do órgão e o próprio ministro da Justiça.