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A Matemática foi à ciência mais falada em 2017

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Conhecida como a mãe de todas as demais ciências, a Matemática foi à ciência mais falada em 2017, um dos eventos mais esperado em que ocorreu foi a Olimpíada Internacional de Matemática em julho, no Rio de Janeiro.  A equipe da Coreia do Sul venceu a 58ª edição da Olimpíada Internacional de Matemática (IMO 2017), que reuniu 112 países e pela primeira vez foi realizada no Brasil, país que terminou a competição em 37ª lugar, com duas medalhas de prata, uma de bronze e duas menções honrosas. Continuar lendo A Matemática foi à ciência mais falada em 2017

Os desafios da Matemática em sala de aula e da formação dos professores foram debatidos em seminário internacional

Os desafios da Matemática em sala de aula e da formação dos professores foram debatidos em seminário internacional

Participantes defenderam que a matemática seja ensinada de forma mais prática e próxima do dia-a-dia do aluno.

Aprendendo equação de 1º grau e expressão algébrica com objetos ilustrativos – Método X Y Z
 Método X Y Z criado pelo Matemático Valdivino Sousa na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT, foi tema de palestra sobre: Engenharia Didática em Educação Matemática – um jeito diferente de aprender Matemática.

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Sobrenome faz diferença em nota de Matemática

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Descendente de japonês está 1 ano na frente em matemática na rede pública

 Crianças descendentes de avós ou bisavós japoneses estão um ano à frente dos de ancestralidade ibérica no aprendizado de matemática nas escolas públicas do país.

O fenômeno aparece em pesquisa que usou dados de todas as escolas da rede para investigar como valores culturais são transmitidos nas famílias e qual o impacto da cultura no aprendizado. Continuar lendo Sobrenome faz diferença em nota de Matemática

Na Matemática porque usamos o X como símbolo para incógnitas?

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Na Matemática porque usamos o X como símbolo para incógnitas? Você sabia que para representar incógnitas há séculos o x tem sido o símbolo preferido nas equações matemáticas. Mas quem começou com isso?

O Matemático Valdivino Sousa criador do método x y z que facilita na aprendizagem de equação com o uso de objetos ilustrativos, em sua pesquisa mostra como as letras assume os objetos numa visão algébrica. E que seu método denominado de X Y Z demonstra relevante significado de uma pessoa entender quantias desconhecidas, uma vez que os objetos ilustrativos assume o lugar da formalidade algébrica. Continuar lendo Na Matemática porque usamos o X como símbolo para incógnitas?

MEC homologa Base Curricular e anuncia R$ 100 milhões para sua aplicação

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Por Valdivino Sousa

Ministro da Educação, Mendonça Filho, homologa a Base Nacional Comum Curricular ao lado do presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto.

Municípios e Estados terão um prazo de até dois anos para implementar a base em seus currículos. Todas as escolas e redes de ensino deverão, portanto, adaptar e rever seus currículos em 2018 para iniciar a implementação da base em 2019

 

O ministro da Educação, Mendonça Filho, homologou na tarde desta quarta-feira (20) a BNCC (Base Nacional Curricular Comum), e anunciou, ao lado do presidente da República, Michel Temer, durante evento no Palácio do Planalto, que o governo federal vai destinar R$ 100 milhões para que Estados e municípios implementem o documento.

A base foi aprovada na semana passada pelo CNE (Conselho Nacional de Educação) e define o que estudantes da educação infantil e do ensino fundamental das redes pública e privada do Brasil deverão aprender em cada etapa de sua vida escolar. Municípios e Estados terão um prazo de até dois anos para implementar a base em seus currículos. Todas as escolas e redes de ensino deverão, portanto, adaptar e rever seus currículos em 2018 para iniciar a implementação da base em 2019.

“Demos um passo relevante e hoje cumprimos uma etapa, mas há um longuíssimo caminho a percorrer. [Queremos] anunciar de forma pública que no orçamento de 2018 alocamos R$ 100 milhões para, em parceria com Estados e municípios, viabilizarmos a implantação da Base Nacional Comum Curricular”, anunciou o Mendonça Filho.

Aléssio Costa Lima, o presidente da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), elencou na sua fala alguns dos desafios que Estados e municípios terão para implementar a base nas escolas da rede pública de ensino, citando principalmente todo o trabalho que a redefinição dos currículos escolares trará para as gestões e o reflexo que a BNCC terá, inclusive, sobre os cursos de licenciatura e pedagogia das universidades públicas e privadas.

“Cumprimos o primeiro passo da base. Agora temos que pensar em como fazer essa discussão chegar a cada uma das salas de aulas, das escolas desse imenso país. A base é um ponto de partida para mudanças”, disse.

O documento foi assinado no dia em que a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) completa 21 anos de existência, o que foi celebrado como marco histórico. “Devemos celebrar hoje mais um marco da educação no país”, disse o presidente Michel Temer. “Estamos completando tarefa que era esperada há mais de 20 anos. Aliás eu fico impressionado como nesse ano e meio de governo nós desenterramos tantas coisas que estavam paralisadas sob as quais os governos não tinham nenhuma coragem, não tinham ousadia para praticar o ato”, acrescentou.

Principais mudanças:

  • Alfabetização: crianças devem saber ler e escrever aos 7 anos; hoje, elas devem estar alfabetizadas até os 8 (ou ao fim do 3º ano do ensino fundamental)
  • Ensino religioso poderá ser área de conhecimento no ensino fundamental

Um ano a menos para se alfabetizar

A homologação do documento acontece em meio a polêmicas sobre as escolas terem um prazo menor para que crianças sejam a alfabetizadas. É que com a BNCC as crianças devem passar a saber ler e escrever aos 7 anos. Hoje, elas devem estar alfabetizadas até os 8, ou seja, até fim do 3º ano do ensino fundamental.

Ao longo das discussões prévias à votação do documento, essa antecipação gerou atritos internos entre parte do CNE e o MEC. Especialistas tem dito que essa antecipação pode gerar ainda mais desigualdade entre crianças que se alfabetizam na rede pública e as que aprendem a ler e escrever na rede privada de ensino.

Durante o evento de homologação, Mendonça Filho afirmou que o objetivo da antecipação é justamente o contrário. “A rigor você está impondo aos mais pobres uma defasagem logo no início da sua vida educacional. As famílias mais ricas garantem que suas crianças sejam alfabetizadas no primeiro, no máximo, no segundo ano do ensino fundamental. Se a gente quer garantir igualdade de oportunidades, só se pode promover isso através da educação”, afirmou o ministro.

Em entrevista dada ao UOL na semana passada, Maria do Pilar Lacerda, que foi secretária da Educação Básica do MEC (Ministério da Educação) entre 2007 e 2012 e hoje é diretora da Fundação SM Brasil, afirmou que a medida é uma porta aberta para a reprovação e, consequentemente, para a evasão escolar.

“Chega a ser perverso que crianças com mais problemas sociais, submetidas a mais injustiças, terão o mesmo tempo que crianças de classe média, criadas rodeadas de livros, para se alfabetizarem. É esconder que essa realidade existe”, afirmou.

Ensino religioso deve gerar polêmica em 2018

Outra polêmica sobre a aprovação e homologação da BNCC é a inclusão do ensino religioso como área de conhecimento, tal como matemática, linguagens, ciências da natureza e ciências humanas. O CNE ainda discutirá, porém, até o início do próximo ano, se a religião continuará assim ou se entrará como um componente das ciências humanas.

“Entrou na estrutura do ensino fundamental e tem um artigo no qual estabelecemos que as definições sobre o assunto [se será área ou componente] se darão no ano que vem, ou seja, ficou apenas pendente a definição se vai ser uma nova área de conhecimento ou se vai integrar área das ciências humanas”, explicou Cesar Callegari, presidente da comissão que analisa a BNCC dentro do CNE.

Callegari afirmou que a base pretende propor um ensino religioso que seja uma espécie de “sociologia das religiões”.

Especialistas ligados a educação tem dito que a inclusão do tema como área de conhecimento é um retrocesso.

 

 

Por que devo aprender Matemática?

Matemático Valdivino Sousa, Por que devo aprender Matemática?

Por André Soledade

Olá, pessoal! Tudo beleza? Sou André Soledade, professor de Matemática da Rede Estadual e, acreditem ou não, a pergunta que os alunos mais me fazem é: “Por que devo aprender Matemática?”. Pensando nessa indagação, resolvi responder a essa pergunta de uma vez por todas! Continuar lendo Por que devo aprender Matemática?

Batalha da população da Argentina contra Reforma da Previdência tem mais de 80 feridos – Carta Campinas

[Batalha da população da Argentina contra Reforma da Previdência tem mais de 80 feridos – CartaCampinas] é bom. Dê uma olhada! http://cartacampinas.com.br/2017/12/batalha-da-populacao-da-argentina-contra-reforma-da-previdencia-tem-mais-de-80-feridos/amp/

Via blog: https://anisionogueira.wordpress.com/2017/12/18/batalha-da-populacao-da-argentina-contra-reforma-da-previdencia-tem-mais-de-80-feridos-cartacampinas/

Investir na criança é mais eficaz que distribuir renda, diz Nobel

James Heckman falou em evento organizado por EXAME e VEJA sobre a importância de investir na educação infantil e como isso pode reduzir a desigualdade

James Heckman no evento EXAME e VEJA sobre educação na primeira infância

São Paulo – Investir no desenvolvimento de crianças na primeira infância pode ser mais eficiente no combate à desigualdade do que políticas de distribuição de renda. A tese é do Nobel de Economia James Heckman, que falou no evento “Os desafios da primeira infância – Por que investir em crianças de zero a 6 anos vai mudar o Brasil”, organizado por EXAME e VEJA e apoiado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, pela Fundación Femsa e pela United Way Brasil.

 

Cambodian Connection — The Greenery

The assignment that launched two trips to Cambodia, a book project, and a life-changing friendship.

via Cambodian Connection — The Greenery

Pejotização agrava problema e previdência perde contribuintes mais ricos

Com a reforma da previdência as pessoas mais qualificadas deixam de ser contratada como pessoa física e passa a ser contratadas como pessoa jurídica o chamado de “Pejotização” com essa visão o problema se agrava mais ainda, pois a previdência perde contribuintes mais ricos.

O texto da Reforma Trabalhista

O texto da reforma trabalhista aprovada no dia 11/07 pelo Senado Federal prevê a criação de uma figura até então inexistente nas leis do trabalho, o chamado “autônomo exclusivo”. Agora, um profissional poderá prestar serviços de forma contínua e para uma única empresa sem que isso seja caracterizado como vínculo empregatício. Críticos da reforma dizem que a regra, em outras palavras, facilita (ou até mesmo libera) a contratação de trabalhadores – pessoas jurídicas ou físicas – sem carteira assinada. A estratégia é conhecida como “pejotização”. Continuar lendo Pejotização agrava problema e previdência perde contribuintes mais ricos

Direito à informação e a liberdade de expressão

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