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Professor concede entrevista sobre o método que criou para ensinar matemática

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O Professor, Matemático, Pedagogo e Escritor Valdivino Sousa concedeu entrevista para o Jornal Absoluto Online, na qual fala sobre o método que criou para ensinar Matemática. Método XYZ tem como objetivo proporcionar uma visão de aprendizagem de equação de 1º grau e expressões algébricas com o uso de objetos ilustrativos. Essa nova metodologia consiste determinar uma forma de educação Matemática diferente da que existe. Leia a seguir a entrevista na íntegra: Continuar lendo Professor concede entrevista sobre o método que criou para ensinar matemática

Saber interpretar o enunciado de uma questão de Matemática

Saber interpretar o enunciado de uma questão de Matemática é de suma importância. Você sabia que o português está diretamente ligado à resolução de problemas matemáticos? Exatamente! Se você não souber interpretar o enunciado de uma questão, fica difícil converter as informações do problema para linguagem matemática. Continuar lendo Saber interpretar o enunciado de uma questão de Matemática

Matemático e Professor fala da importância da Olimpíada Brasileira de Matemática

O Matemático e Professor Valdivino Sousa, fala da importância da Olimpíada Brasileira de Matemática, a 14ª Olimpíada Brasileira de Matemática tem inscrições abertas até 2 de abril. Segundo ele foi através da Olimpíada Brasileira de Matemática, que o Brasil descobriu Matemáticos de talentos como Artur Ávila Cordeiro de Melo, em 2014 recebeu a Medalha Fields, um prêmio equivalente ao “Nobel” de matemática, ele começou sua carreira com as olimpíadas de matemática desde da época de escola. Ávila foi o primeiro pesquisador brasileiro da América Latina a receber a medalha. Ela é dada pela União Internacional de Matemáticos (IMU) a quatro pesquisadores do mundo, o prêmio foi anunciado em um congresso de matemáticos na Coreia do Sul.

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Estudantes pedem garantia de orçamento para Olimpíada de Matemática em 2018

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A cerimônia de entrega de medalhas da 12ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) foi marcada por uma manifestação de estudantes pela continuidade da competição, com garantia de orçamento. Na plateia do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, alguns levantaram cartazes com a frase “Queremos OBMEP 2018”.

A realização da OBMEP depende de recursos repassados pelos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, que aportam recursos no Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), organizador da competição. O diretor-geral do Impa, Marcelo Viana, disse que se a proposta orçamentária para o próximo ano for mantida pelo governo do jeito em que está, a olimpíada corre risco de realização por falta de recursos.

“Sou otimista até debaixo d’água e acredito que ainda pode ser modificada, mas com essa previsão orçamentária não é possível realizar a olimpíada como nós a conhecemos, com essa amplitude que ela tem”, disse, Segundo ele, a OBMEP requer investimentos de R$ 53 milhões, divididos em partes iguais entre os dois ministérios.

Para o diretor do Impa, reduzir o número de participantes da olimpíada não pode ser considerada uma alternativa. “O que significa reduzir? É impedir a metade dos alunos participar? A olimpíada pela metade não tem sentido, descaracteriza os objetivos de instrumentos de inclusão social e educacional que tem”.

O secretário-executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Elton Santa Fé Zacarias, discursou logo após a manifestação dos estudantes e respondeu ao pedido: “Já sei o que vocês querem e o ministério vai fazer todo esforço para que a olimpíada em 2018 aconteça”, afirmou.

Entrega de medalhas da 12 Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Entrega de medalhas da 12ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), no Theatro Municipal do Rio de JaneiroCristina Indio do Brasil/Agência Brasil 

Antes da cerimônia, o secretário disse à Agência Brasil que o corte de recursos ameaça a OBMEP, mas afirmou que há negociações no Congresso Nacional para aumentar os valores no orçamento do ministério para o ano que vem. Além disso, segundo Zacarias, é possível que haja um remanejamento de recursos dentro da pasta. “Existe uma regra orçamentária para o setor de Ciência e Tecnologia que é o remanejamento das rubricas que são livres, então, o ministério tem um certo poder de manobra para tentar reequilibrar o orçamento do IMPA, se for necessário”, disse.

Se a questão do orçamento ainda está indefinida, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) já tem como certa a liberação de R$ 500 mil para pagar passagens e diárias para estudantes brasileiros que vão participar de olimpíadas internacionais de conhecimento, não apenas as de matemática. O diretor de desenvolvimento científico e de tecnologia da Finep, Wanderley de Souza, afirmou que o edital deve ser divulgado em até três semanas. “Vamos abrir uma chamada para selecionar duas ou três olimpíadas que possam receber este apoio. Não é possível [um estudante] passar por um processo seletivo e ainda tem que fazer vaquinha para poder viajar”, afirmou.

Mudanças na OBMEP

Na edição de 2017, que terá os resultados divulgados ainda este mês, a OBMEP foi aberta a estudantes de escolas particulares. Segundo Viana, diretor do Impa, a competição poderá ser estendida para alunos das primeiras séries escolares.

“Abrir a possibilidade de toda escola brasileira possa participar foi um primeiro passo que já realizamos em 2017. Tivemos 20% das escolas privadas brasileiras participando e acreditamos que esse percentual vai aumentar na medida em que a notícia for se espalhando. Por outro lado, temos o sonho, ainda mais ambicioso, de estender a olimpíada para os primeiros anos no ciclo inicial. É um sonho grande porque estamos falando em passar de 50 mil escolas para 200 mil escolas. Isso é importante porque achamos que crianças pequenininhas quando entram na escola gostam de matemática”.

Para o secretário de Educação do Rio de Janeiro, Wagner Victer, que tem um filho estudante de escola pública e medalhista da OBMEP, a competição incentiva também a participação em olimpíadas de outras matérias.

 

 

 

Professor de Matemática usa rede social para ensinar de graça

Ele é o Professor Valdivino Sousa. Graduado em Matemática pela Universidade Paulista-UNIP; Pós-Graduado em Matemática Comparada pela ESAB –Escola Aberta do Brasil. Além disso possui graduação em Ciências Contábeis, Direito e Pedagogia, com mais uma pós graduação em Psicopedagogia. Seu método de ensino é diferenciado, pois ele utiliza o método que ele mesmo criou que se chama XYZ.  Continuar lendo Professor de Matemática usa rede social para ensinar de graça

Brasil entra para o grupo de elite da União Matemática Internacional

Foto: Os participantes da Olimpíada Internacional de Matemática, que aconteceu no ano passado, no Brasil – Agência O Globo

O Brasil avança para a categoria 5 e fica ao lado das dez nações mais desenvolvidas em pesquisa na área do mundo. O Impa (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) e a SBM (Sociedade Brasileira de Matemática) anunciaram nesta quinta-feira que o Brasil teve sua entrada aprovada no Grupo 5 da União Matemática Internacional (IMU, na sigla em inglês). Apenas dez outros países fazem parte deste grupo, que reúne as nações mais desenvolvidas em pesquisa matemática no mundo. O Brasil estará ao lado agora de Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França, Israel, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia. Continuar lendo Brasil entra para o grupo de elite da União Matemática Internacional

Matemático cria método que facilita na aprendizagem de equação e expressão algébrica com uso de objetos ilustrativos

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O Professor e Matemático Valdivino Sousa criou o método X Y Z que facilita na aprendizagem de equação e expressão algébrica com uso de objetos ilustrativos. O objetivo do método é proporcionar uma visão de aprendizagem de equação de 1º grau e expressões algébricas por meio da metodologia da engenharia didática, que consiste determinar uma forma de educação Matemática diferente da que existe. Continuar lendo Matemático cria método que facilita na aprendizagem de equação e expressão algébrica com uso de objetos ilustrativos

Professor posta problemas Matemáticos nas redes sociais e compartilha aulas criativas de matemática

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Professor de matemática tem seguidores do mundo todo nas redes sociais, estamos falando do professor e Matemático Valdivino Sousa que faz sucesso ensinando Matemática nas redes sociais, ele que é criador do método x y z que facilita aprendizagem de equação com o uso de objetos ilustrativos, o Matemático posta problemas nas redes sociais usando frutas e demais objetos, ou seja, no lugar de ser uma incógnita x, ou y ele utiliza um objeto. O resultado tem dado a ele o reconhecimento de um Professor Matemático didático que usa método diferente para ensinar, com uma linguagem simples e fácil de entender ele usa uma abordagem passo a passo mostrando para as pessoas como chegou o resultado. “para mim é gratificante ver meu trabalho sendo reconhecido, e fico contente de saber que as pessoas estão aprendendo matemática de outra forma”, Explica Valdivino Sousa. Continuar lendo Professor posta problemas Matemáticos nas redes sociais e compartilha aulas criativas de matemática

Sobrenome faz diferença em nota de Matemática

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Descendente de japonês está 1 ano na frente em matemática na rede pública

 Crianças descendentes de avós ou bisavós japoneses estão um ano à frente dos de ancestralidade ibérica no aprendizado de matemática nas escolas públicas do país.

O fenômeno aparece em pesquisa que usou dados de todas as escolas da rede para investigar como valores culturais são transmitidos nas famílias e qual o impacto da cultura no aprendizado. Continuar lendo Sobrenome faz diferença em nota de Matemática

A questão de matemática que assustou os alunos

Fuvest - Vestibular

Porque essa questão assustaram alunos que prestaram a Fuvest 2017, pois bem os estudantes começam a prova da Fuvest, vestibular que dá vaga para Universidade de São Paulo, mas não sabiam o que iria encontrar pela frente, mas ao deparar com uma questão envolvendo álgebra e demais conhecimentos matemáticos poucos arriscaram a resolver e poucos alunos conseguiram acertar.

Uma terça-feira que ficou marcada na mente dos alunos, e na vida cotidiana ao encontrar qualquer problema de Matemática com certeza  em seu inconsciente vai está guardada essa questão. De acordo com Paulo Moraes, diretor de ensino do Anglo Vestibulares, as questões referentes a matérias de exatas, como matemática e física, foram as grandes “vilãs” da prova. Mas nenhuma questão parece ter assustado tanto os alunos quanto a de número 2 da prova de matemática que reproduzirei a seguir:

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“É uma questão assustadora, principalmente pelo tamanho da resolução. Os alunos já não estão muito acostumados a resolver problemas de álgebra, e quando se deparam com questões como essa, costumam achar que suas respostas estão erradas”, disse o professor de matemática do Anglo, Thiago Dutra.

Segundo o Matemático e Professor Valdivino Sousa, a questão ainda apresentava uma dificuldade a mais para os candidatos pois exigia a leitura atenta de toda a questão. O motivo? A resposta viria muito mais fácil (e rápido) se o aluno começasse a resolução pelo item “c”. “Se ele começasse pelo final, veria que o item traz uma situação geral, enquanto os itens ‘a’ e ‘b’ são situações particulares, em que os resultados são obtidos rapidamente após a resolução do item ‘c’. A questão exige um nível de concentração maior do candidato pois a maneira de chegar à resposta não é óbvia. É uma questão para o estudante que já prestou Fuvest.”

O professor explica como realizar o “temido” cálculo. “O item ‘c’, que é o mais difícil, necessita que o aluno faça uma modelagem algébrica do problema. O aluno deve supor um ângulo de uma medida qualquer e criar uma função que relaciona o comprimento de uma linha com a medida do ângulo dado. A partir do resultado da situação geral, nos itens ‘a’ e ‘b’, a ideia é substituir o valor do ângulo já dado, na função estabelecida no item ‘c’, obtendo as coordenadas do ponto pedido.

Confira as três folhas de resolução:

resolucao-1

resolucao-2

resolucao-3

Provas

Aplicadas no mês de Janeiro  de 2017, no primeiro dia de provas, os estudantes responderam questões sobre português, literatura e fizeram a redação. Na última segunda-feira do mês os candidatos realizaram as provas de história, geografia, matemática, física, química, biologia e inglês. E numa terça -feira, os estudantes realizaram a prova de conhecimentos específicos, de acordo com a carreira escolhida no momento da inscrição. Para os candidatos de artes cênicas e curso superior do audiovisual, o vestibular continuou com as provas de habilidades específicas entre os dias 11 e 13 de Janeiro.

Os 20.741 candidatos convocados para a etapa final do vestibular disputaram 8.734 vagas na USP e 120 na Santa Casa de São Paulo. A primeira chamada da Fuvest 2017 será divulgada ocorreu em Fevereiro deste ano.