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‘Casal governador’: alvo da PF, mulher de Witzel tem papel ativo no governo

25.fev.2020 - O governador Wilson Witzel e a esposa Helena Witzel em camarote na Sapucaí - Graça Paes/AgNews

‘Casal governador’: alvo da PF, mulher de Witzel tem papel ativo no governo

No centro de investigações que associam o seu escritório de advocacia a presos da Operação Lava Jato e à suposta fraude na contratação de hospitais de campanha para pacientes com o novo coronavírus no Rio, a primeira-dama Helena Witzel tem influência no Palácio Guanabara que a aproxima do primeiro escalão, com direito a uma sala na sede do governo fluminense.
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Presente em agendas políticas ao lado do marido, Wilson Witzel (PSC), e figura fácil em reuniões do seu secretariado, Helena frequentemente opina em relação às falas do governador e de integrantes do primeiro escalão do governo. A advogada também é conhecida pela memória privilegiada e costuma lembrar Witzel de dados e proj.

‘Interferência anunciada pelo presidente está oficializada’, diz Witzel

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) - Reprodução/TV Cultura

‘Interferência anunciada pelo presidente está oficializada’, diz Witzel

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), negou hoje que tenha cometido irregularidades e disse estar à disposição da Justiça na apuração dos fatos depois que a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele, inclusive no Palácio das Laranjeiras, residência oficial.
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Em nota divulgada, o político disse que estranhou e ficou indignado com o fato de que deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenham falado sobre uma operação da PF direcionada a ele nas redes sociais nos últimos dias o que, em sua avaliação, demonstra que houve vazamento “com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará”.

‘Não renunciarei’, diz Witzel a secretários após operação da PF

Governador do RJ, Wilson Witzel (PSC) - ADRIANO MACHADO

‘Não renunciarei’, diz Witzel a secretários após operação da PF

Indignado com a operação da Polícia Federal para cumprir mandados de busca e apreensão nas suas residências (oficial e pessoal), o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), reuniu-se com secretários na tarde de hoje no Jardim de Inverno do Palácio Guanabara, sede do governo.
No encontro, Witzel afirmou que não renunciará ao cargo e reiterou que está sofrendo ataque político da família Bolsonaro. Segundo secretários ouvidos pelo UOL, o governador disse que continuará “fazendo o seu trabalho” e que os secretários “devem fazer o mesmo”. Witzel afirmou que todos estão à vontade para deixar o governo, caso se sintam incomodados com as recentes denúncias contra sua gestão..

Witzel defende usar fita e barreira para evitar aglomerações

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel - Dikran Junior/Futura Press/Estadão Conteúdo

Witzel defende usar fita e barreira para evitar aglomerações

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse hoje em entrevista ao Bom Dia Rio, da TV Globo, que os prefeitos precisam ter mais ação no controle urbano para o combate à disseminação do novo coronavírus. “Os prefeitos têm que botar fita e barreira. O calçadão está movimentado? Vai lá e fecha. Tem camelô? Isola”, afirmou Witzel. Antes, a emissora havia mostrado imagens de uma feirinha que continua funcionando nos arredores da Central do Brasil, no centro da capital fluminense. A gestão municipal está a cargo do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos).

Após recuo de ato pró-Bolsonaro, Witzel proíbe manifestações

O governador Wilson Witzel gravou vídeo para anunciar decreto que proibiu manifestações no Rio - Reprodução / Youtube
Coronavírus:  Após recuo de ato pró-Bolsonaro, Witzel proíbe manifestações
O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), negou que sua decisão de proibir manifestações e atos políticos no estado tenha relação com o adiamento de atos pró-Bolsonaro originalmente marcados para este domingo (15). Witzel havia declarado que não iria editar decretos desse tipo, mas mudou de posição 48 horas depois.
Witzel publicou nesta sexta-feira (13) um decreto em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado com uma ampla gama de medidas de contenção da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. As principais iniciativas são a suspensão de todos os eventos e manifestações com aglomeração de pessoas e a antecipação das férias em todas as escolas públicas e privadas.

 

Conversa de trabalho, diz Witzel de vídeo em que chama Mourão de presidente

Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro - UOL

Conversa de trabalho, diz Witzel de vídeo em que chama Mourão de presidente

Depois do mal-estar causado com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o vice dele, Hamilton Mourão, —atualmente presidente em exercício—, o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), explicou o vídeo publicado em suas redes sociais de uma ligação com Mourão em que o chama de presidente. Segundo nota divulgada pelo governo fluminense, trata-se de uma “conversa de trabalho”.
“O vídeo divulgado nas redes sociais do governador Wilson Witzel tem somente a intenção de tranquilizar os moradores de cidades do noroeste do estado, fortemente atingidas pelas chuvas e, em função disso, sem item básico neste momento que é água para consumo”, diz a nota.

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Witzel diz que “crise na prefeitura não pode ser resolvida pelo governo”

Governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel - JORGE HELY/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

Witzel diz que “crise na prefeitura não pode ser resolvida pelo governo”

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou hoje não ter como ajudar a prefeitura da capital fluminense, imersa em uma crise financeira. “Não tenho como emprestar dinheiro. O estado está em recuperação fiscal.
A crise da Prefeitura do Rio não pode ser resolvida pelo governo. Aliás, é bom lembrar que temos outros municípios para ajudar. O governo federal pode ajudar mais”, disse Witzel na manhã de hoje durante café da manhã no qual apresentou um balanço do seu primeiro ano de governo a jornalistas.
Questionado sobre a suspensão de todos os pagamentos e movimentações financeiras da Prefeitura do Rio até segunda ordem, conforme decisão publicada na edição de hoje.

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Witzel compara Bolsonaro a Chávez e cita Guedes: “Ele me atende”

O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do governador do RJ Wilson Witzel - Pedro Ladeira/	Folhapress

Witzel compara Bolsonaro a Chávez e cita Guedes: “Ele me atende”

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), desdenhou hoje das desavenças públicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) menos de um ano após ter sido eleito ao se alinhar ideologicamente com o chefe do Executivo.
Além de se dizer “decepcionado” com a gestão do ex-aliado, Witzel afirmou que a briga entre os dois não afeta o estado, já que ele mantém diálogo constante com o ministro da Fazenda, Paulo Guedes —o que faria do contato direto com Bolsonaro desnecessário.
O governador também comparou Bolsonaro a líderes autoritários, como o presidente da Turquia, Ercep Erdogan, e o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez. “Não houve quebra de diálogo entre o governo federal e o Rio.

Witzel dispara contra Moro e diz que ele transformou testemunha em investigado

O ministro da Justiça Moro e o governador do RJ Witzel

Witzel dispara contra Moro e diz que ele transformou testemunha em investigado,

O governador do Rio de Janeiro, em guerra com o governo de Jair Bolsonaro, reagiu às provocações do atual ocupante do Palácio do Planalto e denunciou as maquinações do ministro da Justiça Sergio Moro, que está transformando em investigado o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, quando o funcionário é testemunha nas investigações sobre o assassinato de Marielle Franco

Na guerra declarada com o governo federal, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), apontou sua artilharia para um novo inimigo: o ministro da Justiça, Sergio Moro.

Leia mais em: https://www.brasil247.com/midia/witzel-dispara-contra-moro-e-diz-que-ele-transformou-testemunha-em-investigado

Witzel lamenta morte de Ágatha, culpa o crime organizado e defende a política de segurança do governo


Em coletiva, Witzel lamenta a morte da menina Ágatha e fala sobre a dor dos familiares

Em coletiva, Witzel lamenta a morte da menina Ágatha e fala sobre a dor dos familiares

Witzel lamenta morte de Ágatha, culpa o crime organizado e defende a política de segurança do governo

Parentes e testemunhas dizem que a menina de 8 anos foi baleada por um PM, mas corporação nega. Entrevista ocorreu quase três dias após o crime.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), culpou nesta segunda-feira (23) o crime organizado pela morte da menina Ágatha Félix, de 8 anos, e defendeu a política de segurança pública do governo do Rio de Janeiro.

Foi a primeira vez que Witzel falou a respeito, quase três dias depois de Ágatha ser baleada nas costas, quando estava em uma Kombi, na localizada conhecida como Fazendinha, no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio. Moradores afirmaram que PMs atiraram contra uma moto que passava no local, e o tiro atingiu a criança.

Leia mais em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/09/23/witzel-fala-pela-primeira-vez-apos-morte-de-agatha-no-complexo-do-alemao.ghtml

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