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Comissão da Alerj suspende prazo para defesa de Witzel no impeachment

Comissão da Alerj suspende prazo para defesa de Witzel no impeachment

A proposta foi do relator Rodrigo Bacellar (Solidariedade), que foi procurado pelo governador Witzel na terça-feira (23) para lhe indicar o comando da Secretaria de Governo

A Comissão Especial da Alerj que analisa o pedido de impeachment do governador Wilson Witzel aprovou nesta quarta-feira, 24, a suspensão do prazo para sua defesa. A proposta foi do relator Rodrigo Bacellar (Solidariedade) e foi aprovada por unanimidade, pois dos 25 membros da comissão, apenas o deputado Marcos Abrahão (Avante) não aprovou já que estava ausente no momento da votação.

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A matemática dos votos: Witzel conta votos e já vê afastamento temporário

25.jan.2019 - O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) - Tânia Rêgo/Agência Brasil
A matemática dos votos: Witzel conta votos e já vê afastamento temporário,
Impeachment: Governo Witzel conta votos e já vê afastamento temporário
A matemática dos votos no processo de impeachment contra Wilson Witzel (PSC) mostra-se, por enquanto, desfavorável ao governador do Rio. Projeções de integrantes do primeiro escalão do governo fluminense já indicam que a missão de impedir o afastamento temporário de Witzel do cargo é “quase impossível”. Na avaliação da cúpula do Palácio Guanabara, pesam contra ele a pouca habilidade política, a falta de relacionamento com a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) e até mesmo as eleições municipais deste ano. Para o afastamento temporário de Witzel, 36 deputados devem votar pelo recebimento da denúncia —depois disso, será formado um tribunal misto de julgamento

Rio vai flexibilizar isolamento na semana que vem: veja o que reabre

31.mai.2020 - Movimentação intensa no calçadão da praia de Ipanema, apesar da recomendação de isolamento - ELLAN LUSTOSA/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO

Rio vai flexibilizar isolamento na semana que vem: veja o que reabre

O governador Wilson Witzel (PSC) irá publicar nas próximas horas, em edição extraordinária do Diário Oficial, um decreto flexibilizando as regras de isolamento social no Rio de Janeiro a partir da próxima segunda-feira (8). As novas normas irão permitir a reabertura de shoppings centers, restaurantes, além da prática de exercícios ao ar livre….

‘Casal governador’: alvo da PF, mulher de Witzel tem papel ativo no governo

25.fev.2020 - O governador Wilson Witzel e a esposa Helena Witzel em camarote na Sapucaí - Graça Paes/AgNews

‘Casal governador’: alvo da PF, mulher de Witzel tem papel ativo no governo

No centro de investigações que associam o seu escritório de advocacia a presos da Operação Lava Jato e à suposta fraude na contratação de hospitais de campanha para pacientes com o novo coronavírus no Rio, a primeira-dama Helena Witzel tem influência no Palácio Guanabara que a aproxima do primeiro escalão, com direito a uma sala na sede do governo fluminense.
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Presente em agendas políticas ao lado do marido, Wilson Witzel (PSC), e figura fácil em reuniões do seu secretariado, Helena frequentemente opina em relação às falas do governador e de integrantes do primeiro escalão do governo. A advogada também é conhecida pela memória privilegiada e costuma lembrar Witzel de dados e proj.

‘Interferência anunciada pelo presidente está oficializada’, diz Witzel

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC) - Reprodução/TV Cultura

‘Interferência anunciada pelo presidente está oficializada’, diz Witzel

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), negou hoje que tenha cometido irregularidades e disse estar à disposição da Justiça na apuração dos fatos depois que a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a ele, inclusive no Palácio das Laranjeiras, residência oficial.
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Em nota divulgada, o político disse que estranhou e ficou indignado com o fato de que deputados ligados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tenham falado sobre uma operação da PF direcionada a ele nas redes sociais nos últimos dias o que, em sua avaliação, demonstra que houve vazamento “com a construção de uma narrativa que jamais se confirmará”.

‘Não renunciarei’, diz Witzel a secretários após operação da PF

Governador do RJ, Wilson Witzel (PSC) - ADRIANO MACHADO

‘Não renunciarei’, diz Witzel a secretários após operação da PF

Indignado com a operação da Polícia Federal para cumprir mandados de busca e apreensão nas suas residências (oficial e pessoal), o governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), reuniu-se com secretários na tarde de hoje no Jardim de Inverno do Palácio Guanabara, sede do governo.
No encontro, Witzel afirmou que não renunciará ao cargo e reiterou que está sofrendo ataque político da família Bolsonaro. Segundo secretários ouvidos pelo UOL, o governador disse que continuará “fazendo o seu trabalho” e que os secretários “devem fazer o mesmo”. Witzel afirmou que todos estão à vontade para deixar o governo, caso se sintam incomodados com as recentes denúncias contra sua gestão..

Witzel defende usar fita e barreira para evitar aglomerações

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel - Dikran Junior/Futura Press/Estadão Conteúdo

Witzel defende usar fita e barreira para evitar aglomerações

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), disse hoje em entrevista ao Bom Dia Rio, da TV Globo, que os prefeitos precisam ter mais ação no controle urbano para o combate à disseminação do novo coronavírus. “Os prefeitos têm que botar fita e barreira. O calçadão está movimentado? Vai lá e fecha. Tem camelô? Isola”, afirmou Witzel. Antes, a emissora havia mostrado imagens de uma feirinha que continua funcionando nos arredores da Central do Brasil, no centro da capital fluminense. A gestão municipal está a cargo do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos).

Após recuo de ato pró-Bolsonaro, Witzel proíbe manifestações

O governador Wilson Witzel gravou vídeo para anunciar decreto que proibiu manifestações no Rio - Reprodução / Youtube
Coronavírus:  Após recuo de ato pró-Bolsonaro, Witzel proíbe manifestações
O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), negou que sua decisão de proibir manifestações e atos políticos no estado tenha relação com o adiamento de atos pró-Bolsonaro originalmente marcados para este domingo (15). Witzel havia declarado que não iria editar decretos desse tipo, mas mudou de posição 48 horas depois.
Witzel publicou nesta sexta-feira (13) um decreto em edição extraordinária do Diário Oficial do Estado com uma ampla gama de medidas de contenção da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. As principais iniciativas são a suspensão de todos os eventos e manifestações com aglomeração de pessoas e a antecipação das férias em todas as escolas públicas e privadas.

 

Witzel diz que “crise na prefeitura não pode ser resolvida pelo governo”

Governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel - JORGE HELY/FRAMEPHOTO/ESTADÃO CONTEÚDO

Witzel diz que “crise na prefeitura não pode ser resolvida pelo governo”

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), afirmou hoje não ter como ajudar a prefeitura da capital fluminense, imersa em uma crise financeira. “Não tenho como emprestar dinheiro. O estado está em recuperação fiscal.
A crise da Prefeitura do Rio não pode ser resolvida pelo governo. Aliás, é bom lembrar que temos outros municípios para ajudar. O governo federal pode ajudar mais”, disse Witzel na manhã de hoje durante café da manhã no qual apresentou um balanço do seu primeiro ano de governo a jornalistas.
Questionado sobre a suspensão de todos os pagamentos e movimentações financeiras da Prefeitura do Rio até segunda ordem, conforme decisão publicada na edição de hoje.

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Witzel compara Bolsonaro a Chávez e cita Guedes: “Ele me atende”

O presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do governador do RJ Wilson Witzel - Pedro Ladeira/	Folhapress

Witzel compara Bolsonaro a Chávez e cita Guedes: “Ele me atende”

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), desdenhou hoje das desavenças públicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) menos de um ano após ter sido eleito ao se alinhar ideologicamente com o chefe do Executivo.
Além de se dizer “decepcionado” com a gestão do ex-aliado, Witzel afirmou que a briga entre os dois não afeta o estado, já que ele mantém diálogo constante com o ministro da Fazenda, Paulo Guedes —o que faria do contato direto com Bolsonaro desnecessário.
O governador também comparou Bolsonaro a líderes autoritários, como o presidente da Turquia, Ercep Erdogan, e o ex-presidente venezuelano Hugo Chávez. “Não houve quebra de diálogo entre o governo federal e o Rio.